A Quinta
Cinco gerações no mesmo chão de xisto
Desde 1856 que a nossa família cultiva as vinhas velhas do Douro. Passou de pais para filho, sem nunca deixar de ser uma quinta pequena e de produção artesanal.

História
A quinta nasceu em 1856, quando o tetravô António comprou um socalco de xisto virado a nascente sobre o Douro. Plantou as primeiras cepas com as próprias mãos — algumas ainda lá estão, cento e setenta anos depois.
Durante cinco gerações a família recusou alargar a quinta. Em vez de mais hectares, escolheu cuidar melhor dos que tinha. Hoje são oito hectares de vinha velha, menos de doze mil garrafas por ano, e cada uma passa pelas mãos de alguém da casa.
Não há pressa nem artifício. Colheita manual, fermentação espontânea, estágio em madeira usada. O tempo faz o resto.
Cronologia
Cento e setenta anos
1856
O início
António planta as primeiras cepas no socalco da nascente.
1903
A adega
Construção da adega de pedra que ainda hoje usamos.
1972
Vinhas velhas
Reconhecimento das cepas centenárias como património.
2018
Reserva Especial
Primeira lotação do Grandes Vinhas Velhas.

Manual
Tudo o que entra na adega passa por mãos humanas. Sem máquinas, sem pressa.

Espontâneo
Leveduras indígenas, fermentação natural. O vinho não é fabricado, é acompanhado.

Pequeno
Oito hectares, doze mil garrafas. Nunca mais. A escassez é a nossa qualidade.